'O Senhor é o meu pastor e nada me faltará. Deita-me em verdes pastos e guia-me mansamente em águas tranqüilas. Refrigera a minha alma, guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu nome.
Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque Tu estás comigo, a Tua vara e o Teu cajado me consolam. Prepara-me uma mesa perante os meus inimigos, unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda. Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida e habitarei na casa do SENHOR por longos dias.' ♥
"Tudo o quanto em oração pedirdes, crede que haveis de receber, e que as obterás". (São Marcos, 11:24)
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
De hoje em diante...
Não foi diferente dessa vez. Eu estava em paz, morando perto do mar, feliz, acabando a faculdade tranquila. Diante de problemas de saúde do meu namorado, me senti fragilizada e novamente voltei para a casa dela. E dessa vez com promessas da mesma, que dizia que tudo seria lindo. Eu teria minha própria casa, teríamos um negócio juntas... enfim.
Tudo mentira. Parece que ela precisa de alguém por perto para infernizar. Meu irmão mais velho tinha ido embora porque a esposa dele não aguentava ser vizinha da sogra, e ela ficou sem ter de quem falar mal. Fui novamente a vítima. E desde então tenho sofrido tanto...
Mas de hoje em diante será diferente. A paz que eu encontro longe dela está aqui dentro de mim. Não preciso que ela me deixe ser feliz e tranquila. É uma questão de escolha somente minha. E hoje não quero mais sofrer. Quero enfrentar tudo isso sem dor, sem gritos, sem me assustar, porque ela sempre se supera.
Boas energias a todos! =)
Thayanne Magalhães
Fotos do Carnaval! =D
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Minha força vem da minha fé!
Todos os dias peço a Deus que me dê força e sabedoria para entender o porquê de tantas aprovações. O principal é entender o motivo de ter uma mãe que é capaz de tudo para me ver infeliz.
A vida inteira fugi disso, corri atrás dos meus objetivos. Mas todos os caminhos acabavam me levando de encontro a ela novamente. Percebi que deveria enfim enfrentar essa situação e aqui estou dividindo minha história.
É triste, é difícil... Mas existe.
Fé em Deus, força para seguir e sabedoria para lutar contra tudo o que nos deixa desanimados. Nada é por acaso.
A vida inteira fugi disso, corri atrás dos meus objetivos. Mas todos os caminhos acabavam me levando de encontro a ela novamente. Percebi que deveria enfim enfrentar essa situação e aqui estou dividindo minha história.
É triste, é difícil... Mas existe.
Fé em Deus, força para seguir e sabedoria para lutar contra tudo o que nos deixa desanimados. Nada é por acaso.
Americana que matou e congelou corpos de filhas é condenada
A Justiça americana condenou na última segunda-feira a mulher de 44 anos que assassinou duas filhas adotivas, congelou seus corpos e os manteve em um freezer durante meses.
Renee Bowman, que mora no estado americano de Maryland, foi condenada por duplo assassinato premeditado e por abuso de três menores.
A terceira vítima dos abusos foi sua filha adotiva caçula, agora com 9 anos. Em setembro de 2008, a menina conseguiu fugir pulando por uma janela. Foi só então que a polícia descobriu os crimes de Bowman.
No julgamento, a garota contou que ela e suas irmãs eram espancadas com um bastão de beisebol e esganadas até desmaiarem. Segurando um ursinho de pelúcia, a vítima revelou ainda ao júri que ela e suas irmãs eram mantidas presas em um quarto.
"Havia um balde para fazermos nossas necessidades, porque a gente não podia sair do quarto", contou a menina que agora já vive com outra família adotiva.
A polícia não sabe precisar quando Minnet e Jasmine Bowman foram mortas, mas sabe que elas tinham menos de 10 anos e que o crime ocorreu na cidade de Rockville, em Maryland. Além disso, a polícia revelou que. depois de congelar os corpos, Bowman mudou-se duas vezes, sempre levando o freezer consigo.
Sua defesa tentou convencer o júri de que ela não premeditou o crime, mas não teve sucesso. O depoimento de um ex-companheiro de cela de Bowman desmentiu essa tese.
"Ela tomou a decisão de descer, pegar um travesseiro e asfixiar as crianças", disse o promotor John McCarthy no tribunal.
Depois de duas horas de deliberações, o júri decidiu condenar a mãe. A pena ainda não foi estabelecida, mas a promotoria espera conseguir prisão perpétua sem direito a liberdade condicional.
Em outro julgamento anterior, Bowman já havia sido condenada a 25 anos de prisão por abusar da garota sobrevivente.
Adoção controversa
Segundo as autoridades americanas, Bowman recebia ajuda do governo do distrito de Columbia, onde as filhas foram adotadas, para criá-las. No total, ela recebeu cerca de US$ 150 mil.
A imprensa americana trata a adoção como controversa, porque antes de obter a guarda das meninas, Bowman já havia sido condenada por ameaçar um homem de 72 anos que danificou seu carro e fichada por falência.
por BBC Brasil
Renee Bowman, que mora no estado americano de Maryland, foi condenada por duplo assassinato premeditado e por abuso de três menores.
A terceira vítima dos abusos foi sua filha adotiva caçula, agora com 9 anos. Em setembro de 2008, a menina conseguiu fugir pulando por uma janela. Foi só então que a polícia descobriu os crimes de Bowman.
No julgamento, a garota contou que ela e suas irmãs eram espancadas com um bastão de beisebol e esganadas até desmaiarem. Segurando um ursinho de pelúcia, a vítima revelou ainda ao júri que ela e suas irmãs eram mantidas presas em um quarto.
"Havia um balde para fazermos nossas necessidades, porque a gente não podia sair do quarto", contou a menina que agora já vive com outra família adotiva.
A polícia não sabe precisar quando Minnet e Jasmine Bowman foram mortas, mas sabe que elas tinham menos de 10 anos e que o crime ocorreu na cidade de Rockville, em Maryland. Além disso, a polícia revelou que. depois de congelar os corpos, Bowman mudou-se duas vezes, sempre levando o freezer consigo.
Sua defesa tentou convencer o júri de que ela não premeditou o crime, mas não teve sucesso. O depoimento de um ex-companheiro de cela de Bowman desmentiu essa tese.
"Ela tomou a decisão de descer, pegar um travesseiro e asfixiar as crianças", disse o promotor John McCarthy no tribunal.
Depois de duas horas de deliberações, o júri decidiu condenar a mãe. A pena ainda não foi estabelecida, mas a promotoria espera conseguir prisão perpétua sem direito a liberdade condicional.
Em outro julgamento anterior, Bowman já havia sido condenada a 25 anos de prisão por abusar da garota sobrevivente.
Adoção controversa
Segundo as autoridades americanas, Bowman recebia ajuda do governo do distrito de Columbia, onde as filhas foram adotadas, para criá-las. No total, ela recebeu cerca de US$ 150 mil.
A imprensa americana trata a adoção como controversa, porque antes de obter a guarda das meninas, Bowman já havia sido condenada por ameaçar um homem de 72 anos que danificou seu carro e fichada por falência.
por BBC Brasil
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Compartilhar!
Quero usar meu blog a partir de hoje para, também, dividir experiências com meninas, mulheres, senhoras, enfim, que tenham problemas com suas mães a ponto de afetar e até desestruturar suas vidas.
Tenho 25 anos e passei por uma adolescência terrível por conta das perseguições de minha mãe biológica. A infância nem se fala. Só tenho lembranças tristes dos momentos em que ela esteva presente. Mas graças a Deus tive muitas "mães" que me mostraram o que é o amor verdadeiro e incondicioanl e não pirei de vez. (risos)
Se você quer compartilhar aqui suas experiências, até então tidas como únicas no mundo para você, seja bem vinda.
É um tema a ser discutido e até mesmo estudado. Como uma pessoa pode gerar uma vida e não amá-la, não se preocupar, não cuidar... ao contrário disso, odiar, infernizar e se tornar a pior inimiga a troco de Deus sabe o quê...
Vai ser bom para mim também, porque nunca é demais desabafar, principalmente quando o problema te persegue, por mais que você fuja dele. =/
Thayanne Magalhães.
Tenho 25 anos e passei por uma adolescência terrível por conta das perseguições de minha mãe biológica. A infância nem se fala. Só tenho lembranças tristes dos momentos em que ela esteva presente. Mas graças a Deus tive muitas "mães" que me mostraram o que é o amor verdadeiro e incondicioanl e não pirei de vez. (risos)
Se você quer compartilhar aqui suas experiências, até então tidas como únicas no mundo para você, seja bem vinda.
É um tema a ser discutido e até mesmo estudado. Como uma pessoa pode gerar uma vida e não amá-la, não se preocupar, não cuidar... ao contrário disso, odiar, infernizar e se tornar a pior inimiga a troco de Deus sabe o quê...
Vai ser bom para mim também, porque nunca é demais desabafar, principalmente quando o problema te persegue, por mais que você fuja dele. =/
Thayanne Magalhães.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
HGE: O triste relato de quem precisa do atendimento público
Indiferença, frieza, desumanidade. Foi assim que as pessoas entrevistadas por esta blogueira descreveram o atendimento dos funcionários do Hospital Geral do Estado (HGE). Depois de uma semana frequentando o hospital, presenciando cenas que iam de pessoas desesperadas pelo estado de saúde de seus parentes, outras enfurecidas com o descaso no atendimento de quem vê a vida de um ente querido nas mãos da saúde pública, pacientes pelos corredores, no chão, o mal humor de quem trabalha na recepção e no serviço social, a impaciência dos enfermeiros e enfermeiras, pode-se perceber que é mesmo desesperador depender deste hospital público.
Dentre as pessoas abordadas no HGE, uma que chamou a atenção foi dona Benedita Rosa de Lins, de 72 anos. Aparentando muita preocupação, ela contou seu caso aos prantos. A aposentada disse que seu filho de 48 anos está internado com um problema grave de estômago. “Há um mês que ele vomita sangue, fica indo da UTI para a semi-UTI. Melhora e depois piora. Os médicos precisam de um exame para saber o que ele tem, mas dizem que a máquina está quebrada. O que eu não consigo entender é como um hospital público pode passar mais de um mês com um aparelho importante como esse quebrado”, desabafou Benedita.
Ela estava falando da máquina que realiza o exame de colposcopia, específica para o estômago. Segundo o HGE informou para a senhora, a máquina estava sendo consertada, e só então o filho dela poderia realizar o exame. “Enquanto isso meu filho está lá dentro, correndo risco de morte. Só Deus para nos confortar numa hora dessas. É muito doloroso para uma mãe ver o filho morrendo e não poder fazer nada, apenas depender da boa vontade dessas pessoas que nos atendem tão mal”, disse.
Dona Benedita disse que fez empréstimos no banco para poder realizar alguns exames em clínicas particulares, mas sua aposentadoria está reduzida devido a esses empréstimos, e que ela não tem mais como pagar pelo tratamento do filho. “Ele precisa fazer com urgência esse exame, mas infelizmente já gastei tudo o que eu tinha com remédios, táxis. Se precisar vou até o Palácio apelar com o governador. Não quero que meu filho morra por falta de atendimento, sem saber o que tem. O hospital é que tem a responsabilidade de fazer o exame e descobrir o que meu filho tem”.
Hospitalizado há um mês, Carlos Alberto da Silva, de 58 anos, tem câncer e está com metástase, que é a formação de uma nova lesão tumoral a partir de outra. Ele precisa ser transferido com urgência para o Hospital Universitário, porque em Alagoas, lá é o único lugar onde existe o tratamento de oncologia, que é o que ele precisa.
Muito revoltada, a filha de Carlos Alberto, Carline Vitalino da Silva, de 28 anos, conversou comigo, e disse que durante todo o mês ela vem tentando conseguir a transferência do pai. “Meu pai precisa fazer uma biopsia para saber onde está o câncer, mas o HGE não faz o exame e nem transfere logo meu pai. Eu já procurei a secretaria de saúde, mas um fica jogando a responsabilidade no outro. A assistência social desse hospital não responde meus questionamentos, são uns irresponsáveis. Nunca tem ninguém para resolver nosso problema. Só queremos transferir meu pai para que ele seja tratado em outro hospital, já que aqui eles não podem cuidar dele”, disse Carline.
“Eu estou revoltada com o atendimento desse lugar. Meu pai está em uma ala específica para pacientes terminais de câncer e as enfermeiras tratam ele como se ele fosse um objeto, uma folha de papel. Meu pai é um ser humano. Queremos que ele seja tratado e curado”, desabafou.
Carline pede para que se alguém ler esta matéria e possa ajudá-la na transferência de seu pai, que por favor entre em contato com pelos telefones 8833-5703 ou 9934-5838.
Valdir da Silva, de 27 anos, está com uma bala alojada no joelho há mais de um mês, depois de ter sido baleado em uma briga. O hospital informou a ele que a máquina de raio x também estava sendo consertada, e há dias ele vem ao HGE esperar que o exame seja realizado para que ele possa saber como tratar do joelho. “Meu joelho está com um problema sério, dói muito, estou mancando. A bala está alojada entre os ossos, e eu preciso do exame para saber se será necessário fazer uma cirurgia”, disse Valdir.
O jovem disse que estava há mais de três horas esperando para fazer o exame, mas que não sabia se conseguiria. “Já vim aqui várias vezes marcar, mas eles ficam adiando. As pessoas que trabalham aqui são muito frias. Eu fiquei mais de um mês internado e com apenas três dias de operado, devido a outro disparo na barriga, a enfermeira me deixou sozinho no banheiro. Eu não conseguia nem falar de tanta dor. Eles não têm nenhum cuidado com os pacientes, já estão acostumados a ver as pessoas sofrendo, morrendo e para eles é só mais um”, desabafou.
“Eu aposto que se fosse com a família deles, com certeza eles cuidariam melhor. Enquanto eu estava internado, sentia dores e chamava a enfermeira, ou o médico para reclamar, mas muitas vezes eles fingiam que não me escutavam. Nós temos o direito de ser bem tratados, pagamos impostos e acima de tudo somos seres humanos. Pedi muito e peço a Deus para nunca mais precisar desse hospital”.
Como julgar os culpados por esta situação? O Governo por não disponibilizar uma saúde pública digna à população que paga seus impostos e tem direito a um bom atendimento? As pessoas que cursam faculdade de medicina, enfermagem, serviço social e não cumprem seus juramentos de cuidar da vida humana, do bem estar das pessoas e se tornam profissionais desqualificados?
Infelizmente só reconhecemos o que essas pessoas que dependem dos hospitais públicos sofrem, quando passamos por um situação semelhante. Mas não se deve esperar acontecer consigo ou com pessoas queridas para começer a exigir os direitos de cidadão.
Thayanne Magalhães (texto e foto)
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
No Dia Internacional contra a Corrupção os jovens alagoanos dão sua opinião sobre política
Aproveitando que hoje, dia 9 de dezembro, é comemorado o Dia Internacional contra a Corrupção Eleitoral, o Primeira Edição Online entrevistou jovens de algumas cidades alagoanas para falar sobre a política no Estado. Foram feitos questionamentos desde a consciência dos jovens ao votar até a influência que as decisões políticas têm na vida de cada um deles.
Para a universitária Lioly Moreira de Lima, de 19 anos, é importante votar baseada nas informações que relatam os antecedentes do candidato, tanto de sua reputação, quanto dos trabalhos que já foram realizados pelo mesmo. “Eu voto sempre, em todas as eleições, mas acho que entra e sai político, e tudo continua igual. Apesar de quererem mostrar que faz ou fez mais que os outros, ao invés de mostrar trabalho, ficam difamando os opositores”, disse a estudante de zootecnia, moradora da cidade de Capela.
Lioly disse ainda que a política influencia de forma direta na vida dos cidadãos. “A geração de novos empregos, a melhoria da saúde pública depende de decisões políticas. E quanto à educação, a política não influencia só a nós que já somos estudantes, mas também influencia no futuro das crianças, que muitas vezes ficam nas ruas por falta de escolas”, disse a estudante. “Acho uma crueldade os “grandões”, todos com seus diplomas, ganhando fortunas e ainda têm a capacidade de desviar dinheiro público para suas contas bancárias, roubando os que realmente precisam e que poderiam ajudar de verdade o nosso país a crescer”, concluiu.
Para Luana Gabriella Evangelista, de 24 anos, moradora da cidade de Arapiraca, a política em Alagoas deixa muito a desejar. “É uma vergonha! Tem que mudar tudo. Precisamos de políticos que trabalhem pensando realmente no próximo, e não em si mesmos, em seus interesses particulares”, disse.
Gabriella afirmou que vota pontualmente em todas as eleições e que a vida dos cidadão gira em torno das decisões políticas. “Querendo ou não, tudo o que nossos candidatos decidem, influenciará nas nossas vidas”, concluiu.
O técnico em contabilidade, Marcelo dos Santos Miranda, de 32 anos, afirmou que vota sempre, e que procura saber os antecedentes dos políticos. “Antes de votar no meu candidato, procuro saber se ele foi um bom político, coisa bem difícil hoje em dia. Procuro informações sobre o que ele fez de bom ou de ruim. Mas nunca deixei de votar. Por mais que exista corrupção, precisamos tentar melhorar o Brasil”, disse Marcelo, que mora na cidade de Capela.
Sobre a política de Alagoas, o jovem disse que a considera uma das mais atrapalhadas do país. “Tem gente boa nesse meio, mas a grande maioria são mesmo de grandes corruptos que só querem tirar proveito de tudo e de todos. Nossa política deixa muito a desejar”, finalizou.
Íris Rafaela Teixeira de Lima, de 26 anos, trabalha e estuda em Maceió. Para a jovem, todas as mudanças propostas pelos políticos influenciam diretamente na vida dos cidadãos comuns. Ela disse também que procura saber um pouco a respeito do candidato, mas que já se decepcionou com alguns políticos em quem votou. “É difícil encontrar algum político que seja completamente confiável. As pessoas são muito ambiciosas e materialistas e quando se tem o poder nas mãos, é provável que dê uma ‘escorregadinha’”, disse a funcionária de um escritório de Administração.
Para Íris, o futuro do país depende dos governantes, e cabe ao eleitor colocar no poder quem irá representá-los. “Precisamos ter consciência ao votar, não vendendo o voto, não se deixando levar pela opinião de terceiros. Quem vende o voto não tem credibilidade para no futuro cobrar dos políticos perante a corrupção”, concluiu.
Levando em consideração a opinião dos jovens entrevistados, a corrupção tem incomodado cada vez mais e a política em geral não tem agradado a todos. Pegando um gancho no Dia Internacional contra a Corrupção, é bom refletir sobre nossas decisões como eleitor para que não haja mais decepções nas eleições de 2010.
Thayanne Magalhães
Para a universitária Lioly Moreira de Lima, de 19 anos, é importante votar baseada nas informações que relatam os antecedentes do candidato, tanto de sua reputação, quanto dos trabalhos que já foram realizados pelo mesmo. “Eu voto sempre, em todas as eleições, mas acho que entra e sai político, e tudo continua igual. Apesar de quererem mostrar que faz ou fez mais que os outros, ao invés de mostrar trabalho, ficam difamando os opositores”, disse a estudante de zootecnia, moradora da cidade de Capela. Lioly disse ainda que a política influencia de forma direta na vida dos cidadãos. “A geração de novos empregos, a melhoria da saúde pública depende de decisões políticas. E quanto à educação, a política não influencia só a nós que já somos estudantes, mas também influencia no futuro das crianças, que muitas vezes ficam nas ruas por falta de escolas”, disse a estudante. “Acho uma crueldade os “grandões”, todos com seus diplomas, ganhando fortunas e ainda têm a capacidade de desviar dinheiro público para suas contas bancárias, roubando os que realmente precisam e que poderiam ajudar de verdade o nosso país a crescer”, concluiu.
Para Luana Gabriella Evangelista, de 24 anos, moradora da cidade de Arapiraca, a política em Alagoas deixa muito a desejar. “É uma vergonha! Tem que mudar tudo. Precisamos de políticos que trabalhem pensando realmente no próximo, e não em si mesmos, em seus interesses particulares”, disse. Gabriella afirmou que vota pontualmente em todas as eleições e que a vida dos cidadão gira em torno das decisões políticas. “Querendo ou não, tudo o que nossos candidatos decidem, influenciará nas nossas vidas”, concluiu.
O técnico em contabilidade, Marcelo dos Santos Miranda, de 32 anos, afirmou que vota sempre, e que procura saber os antecedentes dos políticos. “Antes de votar no meu candidato, procuro saber se ele foi um bom político, coisa bem difícil hoje em dia. Procuro informações sobre o que ele fez de bom ou de ruim. Mas nunca deixei de votar. Por mais que exista corrupção, precisamos tentar melhorar o Brasil”, disse Marcelo, que mora na cidade de Capela. Sobre a política de Alagoas, o jovem disse que a considera uma das mais atrapalhadas do país. “Tem gente boa nesse meio, mas a grande maioria são mesmo de grandes corruptos que só querem tirar proveito de tudo e de todos. Nossa política deixa muito a desejar”, finalizou.
Íris Rafaela Teixeira de Lima, de 26 anos, trabalha e estuda em Maceió. Para a jovem, todas as mudanças propostas pelos políticos influenciam diretamente na vida dos cidadãos comuns. Ela disse também que procura saber um pouco a respeito do candidato, mas que já se decepcionou com alguns políticos em quem votou. “É difícil encontrar algum político que seja completamente confiável. As pessoas são muito ambiciosas e materialistas e quando se tem o poder nas mãos, é provável que dê uma ‘escorregadinha’”, disse a funcionária de um escritório de Administração. Para Íris, o futuro do país depende dos governantes, e cabe ao eleitor colocar no poder quem irá representá-los. “Precisamos ter consciência ao votar, não vendendo o voto, não se deixando levar pela opinião de terceiros. Quem vende o voto não tem credibilidade para no futuro cobrar dos políticos perante a corrupção”, concluiu.
Levando em consideração a opinião dos jovens entrevistados, a corrupção tem incomodado cada vez mais e a política em geral não tem agradado a todos. Pegando um gancho no Dia Internacional contra a Corrupção, é bom refletir sobre nossas decisões como eleitor para que não haja mais decepções nas eleições de 2010.
Thayanne Magalhães
Assinar:
Postagens (Atom)