Estou lendo um livro, ‘O Despertar de Uma Nova Consciência’, fala do ego, de como nos deixamos dominar pelos pensamentos e agimos por impulso. Tenho praticado o exercício para acalmar a mente, parar e prestar atenção na respiração. Funciona. Não sei se é a idade, mas as ansiedades, as angustias têm sido cada vez menores. O livro destaca que as pessoas vivem preocupadas com o futuro, não percebem o momento presente e, dessa forma, a vida passa despercebida.

Acho que cada um é feliz da sua maneira. Também concordo que se deve conviver com as diferenças, principalmente quando as pessoas em questão se amam. Mas, e quando as diferenças falam mais alto que o sentimento? Nossa! O que sinto me dói por dentro, mas... Não consigo entender como alguém consegue viver na ociosidade, uma pessoa adulta que se comporta como um adolescente que tem a vida inteira para fazer nada, para simplesmente ver o tempo passar.
Sobre amor, não acredito que ele exista no coração de quem é ‘bruto’. De quem bate no peito e diz que não vai nunca mudar, que não se importa em ferir o coração dos outros com palavras e atitudes e simplesmente não tem coragem de se desculpar. ‘Sou assim, se não gostou, dane-se’. Alguém com esse tipo de pensamento ama?
E... estou falando de várias coisas ao mesmo tempo não é? (risos). Enfim. Isso não é um artigo, não é uma matéria... é só uma indagação de mais um ser humano que busca respostas para os problemas do coração, da vida, do agora.
A vida segue...
Thay.